Archive for February, 2007

Camisinha nas Escolas!


As crianças são cada vez menos inocentes quando o assunto é sexo. Nas grandes capitais, meninos e meninas de 14 anos já possuem conhecimento do assunto. Conhecimento que adquirem das conversas com amigos, do que assistem na televisão ou por já terem tido relações sexuais nessa idade.
O movimento não é inverso, não se pode fazer com que uma criança moradora do Rio de Janeiro, hoje, volte a ser como as crianças que viveram na mesma cidade em 1900. Devemos nos adequar ao nosso tempo, para isso precisamos evoluir e encarar a realidade que nos é apresentada.
O conservadorismo tem seus valores, mas não deve ser seguido quando o assunto é saúde pública. As autoridades responsáveis pela saúde pública dependem da quebra de paradigmas sociais que a sociedade carrega. Preconceitos como o modo de vida que levamos hoje, devem ser abolidos, para que enfrentemos os problemas sociais com mais facilidade.

A camisinha, como símbolo forte de anticoncepcional, deve ser íntima de todos os jovens no país. Para que isso ocorra é necessário sim, que o processo seja iniciado pelas escolas. Mais que evitar doenças e controlar a natalidade, é uma forma de contribuir para que os nossos jovens continuem jovens e nossas crianças, crianças.
A proteção das crianças, jovens e adultos, para uma melhor qualidade de vida, deve começar pela cabeça.

De todos nós!

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A Disputa é no Turismo!


Rubem Medina, o atual Secretário de Turismo da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, foi o escolhido por César Maia, para disputar as eleições de 2008.

Não será nada fácil para Medina, visto que hoje a administração de César Maia não conta com uma boa aprovação dos cidadãos cariocas. Além disso, Medina deve encontrar como principal adversário, Eduardo Paes, que é o atual Secretário de Turismo do Governo do Estado e forte nome para vencer as próximas eleições.

Os dois são bem conhecidos entre os empresários da rede de turismo na capital, mas Eduardo leva vantagem por ser o nome mais lembrado entre os cidadãos. Acredito que Medina possa crescer durante as eleições, pela alta capacidade de convencimento que César Maia tem diante da tv e do rádio nos programas eleitorais, mas não deverá vencê-las, a não ser que se inicie um forte trabalho de divulgação de seu nome pela imprensa a partir de agora.

A luta pela prefeitura é da juventude de Eduardo Paes (37), com a experiência de Rubem Medina (64). A disputa política está também entre o prefeito e o governador. Sérgio Cabral e César Maia travam um duelo por baixo dos panos. A atual fase de apoio mútuo entre Governo do Estado e Prefeitura, deve perdurar até o início do ano que vem, quando as campanhas começam a esquentar.

Ainda há muita água pra rolar nas eleições de 2008, entre os candidatos podemos ver Garotinho e Crivella, o que mudaria qualquer prognóstico. Caso Crivella ou Garotinho sejam candidatos, o que sair na ponta entre Paes e Medina, na primeira pesquisa de opinião, vence as eleições.

Até lá, Prefeito e Governador, ao trabalho!


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Prato de Comida


Primeiro peço desculpas aos meus leitores, pela falta de tempo que tenho encontrado para atualizar o blog. Faculdade, trabalho, trabalhos de faculdade, isso tudo toma tempo, por esse motivo o atraso nas atualizações.
Recebi umas dicas legais de matéria, como - O indicado do César à prefeitura, Rubem Medina - depois falo disso - e a disputa pela presidência do PMDB, entre o candidato do Garotinho e o Candidato do Sérgio Cabral. Mas, excepcionalmente hoje, não gostaria de falar sobre política. Participei de uma situação chata no momento em que saía da faculdade, o que me deixou com um embrulho no estômago. Forte embrulho por sinal.
Por volta do meio dia, no caminho do trabalho, encontrei uma senhora, uns 70 anos e boa aparência, na qual eu tive um diálogo breve, mas de uma profundidade sem tamanho.
- “Meu filho, tem um minuto?”
-”Sim!”
- “Sou empregada doméstica e estou procurando trabalho…” - pensei que ela fosse perguntar se eu não tinha trabalho para lhe oferecer, mas a conversa seguiu e o soco no estômago veio logo depois - “…e fazem três dias que eu não como, você me paga um prato de comida?”
Nessa hora vasculhei a carteira, o bolso da calça, queria encontrar alguma coisa, meu desespero foi imenso ao ver que eu não tinha um mísero centavo, pensei em passar no banco, idéia logo descartada pois tinha acabado de pagar a faculdade, é dia 27 de fevereiro, e descobri que também não encontraria nada lá.
Poderia ser minha avó e eu não tinha o que oferecer e amenizar um pouco a impotência que senti. Pedi perdão, pedi desculpas, mas não sabia o que fazer. Um senhor que passava na hora acabou ajudando, sem saber, a nós dois.
Carreguei aquela culpa social que todos escondemos nos olhares fixos em linha reta, quando nos deparamos com situações semelhantes. Olhamos para frente para não ver o que se apresenta embaixo. Pensei que, podemos fazer uma avaliação do país durante todos esses anos de existência sem precisar de teorias e estudos muito elaborados. Basta olhar quantas pessoas estão nas ruas, quantas pessoas não comem, quantas pessoas passam sede e quantas pessoas, como essa senhora, estão na mesma situação.
Me culpo por não ter pensado no momento em que recebi aquele apelo, podia ter pego um número de contato, seu nome, alguma coisa para que pudesse ajudar depois. Naquele momento, nada passou pela minha cabeça, que de uma hora pra outra ficou vazia, sensação também sentida pela senhora que ali estava.
Naquela situação, também levei um tapa na cara dos programas assistencialistas “Restaurante Popular”, “Bolsa Família” e de todos os outros do gênero que, hoje, descubro que se fazem necessários sim. Minha visão desses programas é outra a partir de agora.
Um prato de comida pode ter o nome que for para quem come todos os dias, para quem não come, será sempre um “Deus te abençoe, meu filho!”, que recebi mesmo sem ter dinheiro para ajudar.

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Na Volta da Folia…


No retorno a vida normal falemos do… carnaval. O saldo das festas que enaltecem a cultura nacional foi positivo para os políticos do Rio de Janeiro. César Maia, prefeito da cidade, com seu ritual tradicional recepcionou e aplaudiu todas as escolas de samba que desfilaram na Sapucaí. César utiliza cerca de sete a oito blusas, todas da mesma cor - azul - em cada dia de desfile. Cumprimenta pessoas, posa para fotos e deixa na Sapucaí a impressão de que a população não está sozinha. Pelo menos no carnaval, depois… vá saber!

Os governadores do Rio, Sérgio Cabral; Bahia, Jaques Wagner e Pernambuco, Eduardo Campos, juntos, abriram os carnavais de Salvador, do Rio de Janeiro e depois participaram da festa em Recife. Desse período que passaram juntos surgiu a proposta de criarem um corredor turístico para os brasileiros que queiram participar do carnaval dos três estados no mesmo ano. O brasileiro pagaria um pacote contendo dois dias no Rio, dois em Salvador e dois em Recife.

A idéia é ótima, o cidadão aproveitaria as três festas mais importantes do país, neste período, pagando por um único pacote. Torcemos para que vá adiante.


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Sassaricando


O sucesso da peça Sassaricando, de Sérgio Cabral e Rosa Maria de Araújo é tão grande que os ingressos já estão esgotados até o final da temporada, no dia18/03. Fora isso a peça viaja nos dias 26 e 27 para Curitiba.

Parabéns!!!


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Em Tempo…


Não é que ele conseguiu? Leonardo Picciani, indiciado por trabalho escravo em sua fazenda localizada em São Fidélis do Araguaia (MT), junto ao pai - Jorge Picciani, atual Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - foi eleito ontem presidente da Comissão de Constituição e Justiça por 49 votos dos 60 que fizeram parte do quórum.

Antes da eleição havia uma resistência “Fake” dos deputados que, supostamente, tentavam lançar uma candidatura concorrente com Picciani, o que não aconteceu. Oito parlamentares votaram nulo e dois em branco, como a votação foi secreta não dá para saber quem votou no chefe da senzala e quem anulou.

O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), foi um dos poucos a se pronunciar contra o presidente: “À frente de cargos importantes na comissão, assumiram deputados que não são os mais adequados no momento de recuperação da moralidade da Casa. Estamos vulneráveis perante a opinião pública novamente”.

É Chico, exatamente!

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Estados Unidos do Brasil


Porque não transformarmos o país em Estados Unidos? Não me refiro ao país norte-americano, mas ao Brasil com uma legislação em que os estados seriam independentes. Cada estado com sua autonomia, pelo menos na área de segurança pública. Esse é o argumento do governador Sérgio Cabral e é bem compreensível. Um jovem de 16 anos morador da Cidade do Rio de Janeiro é bem diferente de um jovem de 16 anos morador da cidade de Rio Branco, no Acre.

No Rio as crianças já nascem sabendo o que a vida pode oferecer de bom e de ruim, sendo influenciadas, é claro, pelo círculo social que elas fazem parte. Não conheço Rio Branco, mas posso afirmar que lá as coisas acontecem mais devagar, a infância ainda pode ser curtida com um pouco da inocência, que nos dias de hoje, escapa das mãos dos meninos e meninas da Cidade Maravilhosa.

Minha opinião sobre as mudanças de atitude da sociedade brasileira todos vocês conhecem, podemos, sim, criar uma nova legislação, onde os estados comecem a ter autonomia sobre o que devem ou não fazer no aspecto de segurança pública. Cada estado da federação brasileira carrega uma realidade diferente, poderia haver uma legislação diferente, levando em conta - é claro - os hábitos culturais vividos por cada um deles.

É um ponto de vista interessante nessa época das múltiplas barbáries que atropelam a vida do carioca. Sérgio Cabral levou ontem ao congresso essa idéia. “Eu estou indo agora a Brasília pra tratar de Pan Americano com a ministra Dilma Rousseff, e em seguida, estarei com o presidente da República, onde levarei ao presidente essas minhas idéias; essas minhas propostas. Já conversei com o presidente Renan Calheiros, já conversei, estão sensíveis a ouvir. É o Congresso Nacional ter a coragem de abrir mão de poder em nome dessa democratização do poder de legislar” - disse.

O primeiro passo é sempre o mais importante, agora, como disse o governador, é esperar que o congresso abra mão do poder - o que não será fácil. Não é a única solução para a violência, podemos pensar em várias, mas nenhuma delas fará efeito se os marginais se sentirem impunes aos crimes que cometem. Para que isso não aconteça aqueles que burlam a lei devem sentir o peso de um estado forte e isso só será dado com alguém que conheça a realidade do lugar que governa, não o presidente que não participa da realidade de todos os 27 estados da federação. Mas com uma ação conjunta entre as prefeituras e os governos estaduais, essa atitude é possível de ser concretizada.


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Crianças no Pan


Foi divulgado hoje no site da prefeitura que as escolas e creches da Rede Municipal de ensino ficarão fechadas de 13 a 27 de julho, período que ocorrem os Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro. As colônias de férias da secretaria municipal de educação também não funcionarão.

Medida positiva adotada pela prefeitura do Rio, para que todos os cidadãos da cidade - inclusive as crianças - estejam empenhados em realizar o maior Panamericano de todos os tempos.


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Carlos Minc é Folião!


O secretário estadual de meio ambiente, Carlos Minc, esteve no domingo, 11, no desfile do bloco Simpatia é Quase Amor. Na parte reservada para integrantes da bateria e algumas pessoas amigas do mestre Penha, estava lá ele, de boné e com uma cerveja na mão.

Como todos ali, o secretário estava curtindo o bom samba do bloco. Minc é figura fácil nos eventos culturais da cidade, no carnaval não é diferente. Quem estiver disposto a curtir os blocos do Rio pode se deparar com o secretário jogando serpentina.


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Legalização das Drogas


O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, se disse favorável, ontem, a legalização das drogas.
“Estou defendendo que o Brasil entre nessa discussão e force o Primeiro Mundo a rediscutir a legalização das drogas, porque hoje, se você colocar o peso do custo-benefício do fato de ela ser ilegal, quantas pessoas morrem por isso?”, e completou “Será que essa equação está positiva para o mundo?” .

A discussão sobre a legalização das drogas é antiga, mas nunca um governador havia se pronunciado a favor dela. É um passo importante para o avanço de idéias que envolvem a questão. Todo movimento é válido para encontrarmos uma solução para o problema da violência no país.

Já o Secretário de Segurança, José Mariano Bletrame, disse ser contra a legalização: “Esse tipo de assunto tem que ser discutido amplamente pela sociedade. O País está pronto para isso? Hoje, sou totalmente contra a liberação das drogas.” afirmou.

Bom, o pavio foi aceso, acredito que podemos dar um crédito para que a sociedade possa debater sobre a questão. Como de costume o Matéria não fica em cima do muro. Com restrição a locais de consumo e venda, sou totalmente favorável a legalização da maconha, em primeiro lugar.